domingo, 17 de fevereiro de 2013

Seminário Regional


SEMINÁRIO REGIONAL - NÚCLEO 1/CAPITAL

DATA: 13/03/2013
LOCAL: APAE/SP - Rua Loefgreen, 2109. São Paulo.
Horário: 9h às 16h.


Em breve, informaremos o local para entrega das inscrições. 



REGIMENTO DO XVI SEMINÁRIO ESTADUAL E DOS ENCONTROS REGIONAIS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA – ELEIÇÕES PARA O BIÊNIO 2013-2015

CAPÍTULO I
DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS
Seção I
Da Sede, do Tema e dos Trabalhos do Seminário

Art. 1º O XVI Seminário Estadual da Pessoa com Deficiência, doravante simplesmente denominado Seminário, que reunirá lideranças de Pessoas com Deficiência de todo o Estado de São Paulo, realizar-se-á no dia 03 de julho de 2013, das 8 às 18 horas, no Auditório Nobre da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Art. 2º São consideradas lideranças os grupos sociais voltados para causa da pessoa com deficiência, constituídos na forma de movimento, entidade ou conselho municipal.
§ 1º Entendem-se como lideranças “DE”, os movimentos e entidades formados por pessoas com deficiência e com maioria na sua direção.
§ 2º Entendem-se como lideranças “PARA”, os movimentos e entidades que prestam serviços às pessoas com deficiência e que têm como objetivo principal esse atendimento, demonstrado através de seu estatuto ou, no caso de movimentos, de suas realizações.

Art. 3º O Seminário e os Encontros Regionais terão como tema: “Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: Novas perspectivas e desafios”.

Art. 4º O Seminário será precedido por 10 (dez) Encontros Regionais, 01 (um) em cada região, os quais ocorrerão no período de 20 de dezembro de 2012 até 07 de abril de 2013 sob a responsabilidade dos Núcleos Regionais.

Art. 5º Para garantir a ampla e efetiva participação de todos os representantes, a organização do Seminário deverá observar as normas e condutas recomendadas em qualquer de suas fases ou providências, quanto à acessibilidade universal em mobilidade e comunicação.

Art. 6º Exceto a publicação prevista no artigo 61º deste regimento, todas as demais publicações serão realizadas por inserção no sitio eletrônico da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência.

Art. 7º Serão observadas, em qualquer momento, as tipificações das deficiências estabelecidas na legislação vigente, Convenção Internacional Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência regulamentada pelo Decreto Legislativo nº 186/08; Constituição Federal; parágrafos 1º e 2º do artigo 1.º da Lei n.º 8.989/95, alterada pelo artigo 29 da Lei Federal n.º 9.317/96, artigo 2.º da Lei Federal 10.182/01 e artigo 1.º da Lei Federal nº 10.690/03; Decreto Federal nº 3.298/99 e Decreto Federal nº 5.296/04.

Seção II
Dos objetivos do Seminário

Art. 8º São objetivos do Seminário:
I – aprovar o plano de ação do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência - CEAPcD, para o biênio 2013/2015, elaborado a partir dos relatórios dos Encontros Regionais;
II – homologar a eleição dos membros dos Núcleos Regionais, e
III – eleger os representantes da sociedade civil, titulares e suplentes, para comporem o colegiado do CEAPcD.

Art. 9º Para concepção do plano de ação, serão consideradas as 05 (cinco) propostas mais votadas e aprovadas na III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência de 2012, em cada um dos Eixos:

EIXO A - Temática: EDUCAÇÃO, ESPORTE, TRABALHO E REABILITAÇÃO PROFISSIONAL;
EIXO B - Temática: ACESSIBILIDADE, COMUNICAÇÃO, TRANSPORTE E MORADIA;
EIXO C - Temática: SAÚDE, PREVENÇÃO, REABILITAÇÃO, ÓRTESES E PRÓTESES, e
EIXO D - Temática: SEGURANÇA, ACESSO A JUSTIÇA, PADRÃO DE VIDA E PROTEÇÃO SOCIAL.

CAPÍTULO II
DA ESTRUTURA ORGANIZACIONAL
Seção I
Da disposição introdutória

Art. 10º Para organização do Seminário serão criadas:
I - 01 (uma) comissão organizadora estadual;
II -10 (dez) comissões organizadoras regionais.
Parágrafo único. Nenhum membro das comissões mencionadas nos incisos I e II deste artigo poderá candidatar-se ao cargo de delegado ou conselheiro.

Seção II
Da Comissão Organizadora Estadual

Art. 11º A organização do Seminário é atribuição privativa da Comissão Organizadora Estadual, cujos membros serão de livre escolha da plenária do CEAPcD.
Art. 12º Compete à Comissão Organizadora Estadual:
I – auxiliar no processo eleitoral dos conselheiros estaduais;
II – receber, analisar e aprovar a documentação recebida das Comissões Regionais;
III – emitir parecer conclusivo sobre a eleição dos membros dos Núcleos Regionais para apreciação da plenária do Seminário;
IV – dar ciência e convidar para participar do Seminário, inclusive, oferecendo-lhes uma cópia do presente Regimento, os seguintes órgãos:
a) Ministério Público do Estado de São Paulo;
b) Procuradoria da República da 3.ª Região (Ministério Público Federal no Estado de São Paulo);
c) Procuradoria Regional do Trabalho da 2ª Região - São Paulo;
d) Defensoria Pública da União em São Paulo;
e) Defensoria Pública do Estado de São Paulo;
f) Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo;
V – auxiliar na organização dos Encontros Regionais;
VI – dirimir, em instância única, todos os conflitos e dúvidas, antes da instalação do Seminário;
VII – divulgar o Seminário e os Encontros Regionais junto a entidades não representadas no CEAPcD (entidades DE e PARA);
VIII – elaborar e distribuir modelos e formulários a serem usados na realização do Seminário e dos Encontros Regionais;
IX – fiscalizar o fiel cumprimento deste Regimento.

Art. 13º A Comissão Organizadora Estadual terá a seguinte composição:
I – coordenador, escolhido entre os seus pares, que coordenará os trabalhos;
II – vice coordenador, que substituirá o coordenador em suas faltas e impedimentos;
III – secretário, responsável pela lavratura dos atos e encaminhamento dos documentos junto a Secretaria do CEAPcD.
§ 1.º As atribuições da Comissão Organizadora Estadual não serão remuneradas a qualquer título.
§ 2.º A Comissão Organizadora Estadual poderá delegar serviços auxiliares, quando necessário.
§ 3.º Cabe ao coordenador da Comissão Organizadora Estadual as seguintes atribuições:
I - assegurar tratamento igual para todos;
II - zelar pelo rápido andamento de todo processo de preparação do Seminário e os atos que o antecedem;
III - defender, no que lhe compete, contra qualquer ato ou posição prejudicial à realização do Seminário;
IV - tentar, a qualquer tempo, conciliar interesses conflitantes.

Art. 14º Verificando-se vaga, desídia ou ausência contumaz de algum membro da Comissão Organizadora Estadual, o coordenador comunicará ao CEAPcD, requerendo um substituto.

Seção III
Das Comissões Organizadoras Regionais

Art. 15º A organização dos Encontros Regionais é atribuição privativa das respectivas Comissões Organizadoras Regionais, cujos membros serão de livre escolha da plenária dos Núcleos Regionais.

Art. 16º A composição de cada Comissão Organizadora Regional terá, preferencialmente:
I – 1 (um) representante dos conselhos municipais da pessoa com deficiência, constituídos no âmbito de cada Núcleo Regional;
II – 1 (um) representante de órgão público estadual ou municipal da respectiva região;
III – 1 (um) representante de entidades formadas por pessoas com deficiência;
IV – 1 (um) representante de entidades prestadoras de serviços para pessoas com deficiência;
V – 1 (um) representante do CEAPcD.

Art. 17º Compete à Comissão Organizadora Regional:
I – auxiliar no processo eleitoral:
a) dos membros do respectivo Núcleo Regional;
b) dos delegados regionais ao Seminário;
II – receber, analisar e aprovar a documentação recebida dos participantes dos Encontros Regionais;
III – dirimir, em primeira instância, todos os conflitos e dúvidas dentro de seu âmbito regional, antes da instalação do Seminário;
IV – dar ciência e convidar para participar do Encontro Regional, inclusive, oferecendo-lhes uma cópia do presente diploma normativo os representantes locais dos órgãos mencionados no inciso IV do artigo 12º deste regimento;
V - divulgar o Seminário e os Encontros Regionais junto a entidades não representadas no CEAPcD (entidades DE e PARA), dando-se preferência a representantes dos conselhos municipais, entidades públicas e privadas sem fins econômicos, lideranças comunitárias, sindicatos, associações e fundações e outros movimentos cujo objetivo seja defesa dos direitos da pessoa com deficiência.
VI – fiscalizar o fiel cumprimento deste Regimento.

Art. 18º Cada Comissão Organizadora Regional terá a seguinte composição:
I – coordenador, que dirigirá os trabalhos, escolhido entre os seus pares;
II – vice coordenador, que substituirá o coordenador em suas faltas e impedimentos;
III – secretário, responsável pela lavratura dos atos e encaminhamento dos documentos junto a Secretaria do CEAPcD.
§ 1.º As atribuições da Comissão Organizadora Regional não serão remuneradas a qualquer título.
§ 2.º A Comissão Organizadora Regional poderá delegar serviços auxiliares, quando necessário.
§ 3.º Cabe ao coordenador da Comissão Organizadora Regional as seguintes atribuições:
I- assegurar tratamento igual para todos;
II- zelar pelo rápido andamento de todo processo de preparação do Encontro Regional e do Seminário, bem como dos atos que o antecedem;
III- defender, no que lhe compete, contra qualquer ato ou posição prejudicial à realização do Seminário e dos Encontros Regionais;
IV- tentar, a qualquer tempo, conciliar interesses conflitantes.

Art. 19º Verificando-se vaga, desídia ou ausência contumaz de algum membro da Comissão Organizadora Regional, o coordenador designará um substituto e comunicará o fato à Comissão Organizadora Estadual.

CAPÍTULO III
DOS COLÓQUIOS
Seção I
Dos Encontros Regionais
Sub Seção I
Do rol dos Encontros Regionais

Art. 20º Serão realizados 10 (dez) Encontros Regionais, um para cada Núcleo Regional abaixo discriminado:
Núcleo Regional I – Município de São Paulo;
Núcleo Regional II – Região Metropolitana da Grande São Paulo;
Núcleo Regional III – Região de Campinas;
Núcleo Regional IV – Região de Sorocaba;
Núcleo Regional V – Regiões de Ribeirão Preto e Central;
Núcleo Regional VI – Regiões de São José do Rio Preto e Araçatuba;
Núcleo Regional VII – Regiões do Vale do Paraíba e Litoral Norte;
Núcleo Regional VIII – Regiões de Bauru, Marília e Presidente Prudente;
Núcleo Regional IX – Regiões de Franca e Barretos;
Núcleo Regional X – Regiões da Baixada Santista e do Vale do Ribeira.

Sub Seção II
Das inscrições para participação
Art. 21º As inscrições para participação nos Encontros Regionais deverão ser realizadas até 5 (cinco) dias úteis antes dos Encontros e na conformidade deste artigo.
§ 1º No ato da inscrição, as lideranças interessadas (art. 2º deste regimento) deverão apresentar os seguintes documentos:
I – das entidades "DE" e "PARA":
a) certidão do CNPJ – Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica;
b) inscrição estadual (se for o caso);
c) alvará de funcionamento;
d) comprovante de endereço;
e) cópia do estatuto da entidade, constituição ou contrato social em vigor devidamente registrado;
f) cópia da ata da última eleição da diretoria;
g) ofício em papel timbrado da entidade, indicando o seu representante com direito a voto;
h) ficha de inscrição do delegado.
II – dos conselhos municipais:
a) comprovante de endereço;
b) cópia dos atos de sua instituição e regulação;
c) cópia da ata da última eleição da diretoria;
d) cópia da ata da reunião, ordinária ou extraordinária, com a indicação do representante com direito a voto;
e) ofício em papel timbrado do conselho, indicando o seu representante com direito a voto;
f) ficha de inscrição de delegado.
III – dos movimentos:
a) cópia de documentos que comprovem a atuação do movimento, durante os últimos 2(dois) anos, tais como ofícios e outros tipos de correspondências enviadas para as autoridades, reportagens, atas de reunião e outros;
b) breve resumo das atividades realizadas pelo movimento nos últimos 2 (dois) anos, onde constem data e local de sua realização;
c) ofício em papel timbrado da entidade, indicando o seu representante com direito a voto;
c) ficha de inscrição do delegado.
§ 2º Para propor candidatura de delegado ao Seminário, as lideranças deverão ainda apresentar a seguinte documentação adicional no momento da inscrição:
I – cópia de cédula de identidade e comprovante de residência do proponente a candidato;
II- certidão do CPF (pode ser obtida no site da Receita Federal: www.receita.fazenda.gov.br);
III – prova documental que demonstre a efetiva atuação na defesa do segmento da pessoa com deficiência, do proponente a candidato que não for o representante legal da entidade/movimento.
§ 3º Os atuais conselheiros e as suas instituições deverão cumprir o disposto neste artigo com documentação atualizada até 03 (três) meses.

Sub Seção III
Dos trabalhos dos Encontros Regionais

Art. 22º Os Encontros Regionais serão realizados em dois momentos distintos:
I – “inicial” para:
a) discussão e escolha de duas problemáticas, por tema, entre aquelas consignadas no artigo 9º deste Regimento, para serem incluídas no Plano de Ação do CEAPcD, e que constam em anexo;
b) eleger os delegados regionais ao Seminário;
II – “final” para eleger o Grupo Coordenador do respectivo Núcleo Regional.

Art. 23º Os Encontros Regionais serão conduzidos pelo Coordenador da Comissão Organizadora Regional e relatados por um membro eleito pela plenária, o qual deverá elaborar ata a ser encaminhada à Comissão Organizadora Regional.

Art. 24º É obrigatório o registro de presença dos participantes no Encontro Regional.
§ 1.º Antes de ser instalado o Encontro Regional, os participantes assinarão as listas de presença, indicando o seu nome e apresentando cédula de identidade.
§ 2.º As listas de presença serão:
I – uma para os inscritos do parágrafo 1º do artigo 2º;
II – outra para os inscritos do parágrafo 2º do artigo 2º e
III – outra para os demais participantes.

Art. 25º Deverá ser lavrada ata de cada Encontro Regional contendo:
I - o número de participantes;
II - as cidades representadas;
III - as entidades;
IV - o resultado final dos trabalhos.
§ 1º A ata será aprovada pelos presentes no momento do encerramento.
§ 2º As listas de presença, a documentação do credenciamento dos participantes e a ata do Encontro Regional deverão ser postados à Comissão Organizadora Estadual até 23 de abril de 2013, para verificação de sua regularidade.

Art. 26º O Encontro Regional instalar-se-á, em primeira convocação, com a presença de, no mínimo, 10 (dez) entidades; em segunda convocação, após 30 (trinta) minutos da anterior, instalada com qualquer número.

Sub Seção IV
Das discussões e da escolha das problemáticas

Art. 27º Logo após a instalação do Encontro Regional, o coordenador da Comissão Organizadora Regional oferecerá 1 (uma) via grafada com o rol das 5 (cinco) problemáticas citadas no artigo 9º deste Regimento, que serão postas em regime de votação para a escolha de duas preferidas por tema.
§ 1º Serão consideradas preferidas, as duas de maior votação.
§ 2º Durante a fase de discussão, todos signatários das listas de presença terão direito a voz.
§ 3º Na fase de regime de votação, somente poderão votar os signatários da lista dos incisos I e II do artigo 24º deste regimento.

Art. 28º Sob o prisma do tema do Seminário, o coordenador da Comissão Organizadora Regional orientará os debates de forma a garantir a participação de todos e a sua resolução.

Sub Seção V
Das eleições dos delegados para o Seminário

Art. 29º Cada Encontro Regional elegerá até 6 (seis) delegados, sendo até 3 (três) “DE” e até 3 (três) “PARA”.
§ 1º Os candidatos a delegados serão indicados pelas entidades do artigo 2º deste Regimento.
§ 2º Os movimentos ou entidades que estiverem ligados a uma federação, somente poderão indicar um candidato como seu representante.
§ 3º Entende-se por “federação” a união de movimentos ou entidades congêneres.
§ 4º Caso a entidade, movimento ou conselho municipal se classificar em ambas as categorias, deverá optar por “DE” ou “PARA”, não podendo ser alterada nem mesmo no Seminário.

Sub Seção VI
Das eleições dos membros do Núcleo Regional

Art. 30º Serão eleitos para formar o Grupo Coordenador do Núcleo Regional, no mínimo, 6 (seis) e, no máximo, 11 (onze) membros.

Parágrafo único. A vaga privativa do membro do CEAPcD não é computada para os fins dos limites do “caput” e será preenchida em escolha de seus pares, após o Seminário, em reunião do Núcleo Regional.

Art. 31º As vagas serão distribuídas entre os municípios da região, preferencialmente de forma igualitária.
§ 1º Cada município terá direito a um só voto.
§ 2º Na hipótese de um município se fazer presente com dois ou mais participantes, caberá a maioria deles escolher o candidato do seu voto.
§ 3º No eventual empate na providência do parágrafo anterior, caberá ao inscrito mais idoso o voto de desempate.
§ 4º Todos os municípios signatários das listas de presença terão direito a voto.

Seção II
Do Seminário
Sub Seção I
Da competência funcional e das providências preliminares

Art. 32º Dentro dos ditames das normas vigentes e deste regimento, a plenária do Seminário é a instância máxima de todos os fatos ocorridos após a sua instalação.
§ 1º A plenária do Seminário poderá somente rever decisão da Comissão Organizadora Estadual proferida nos termos do artigo 36º deste regimento.
§ 2º A hipótese do parágrafo anterior somente será possível quando o prejudicado proteste, formalmente, em até 03 (três) dias após a publicação da decisão impugnada, junto ao protocolo da Secretaria do CEAPcD.

Art. 33º Após o recebimento da documentação oriunda das Comissões Organizadoras Regionais, a Comissão Organizadora Estadual passará a analisá-la por Encontro Regional, competindo - lhe homologação após a constatação de sua regularidade ou, caso contrário, consignar prazo para sua correção.

Art. 34º Constatada a regularidade de toda documentação ou expirado o prazo para sanar as regularidades, a Comissão Organizadora deverá:
I – Organizar a síntese das discussões e deliberações sobre as problemáticas dos Encontros Regionais, e
II – publicar, com 30 (trinta) dias de antecedência do Seminário, a síntese mencionada no inciso anterior e a relação de todos os delegados credenciados.

Art. 35º Caberá pedido de reconsideração dos atos do artigo anterior, em até 5 (cinco) dias da sua publicação.

Art. 36º Os pedidos de reconsideração serão analisados pela Comissão Organizadora Estadual que publicará sua decisão em até 10 (dias) antes da instalação do Seminário.

Art. 37º Será permitida a presença de observadores no Seminário, com direito exclusivamente a voz.

Parágrafo único. Os observadores assinarão uma lista específica de presença.
Art. 38º A mesa de abertura do Seminário será composta pelo Presidente do CEAPcD e pela Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, ou por quem estes indicarem, e demais autoridades definidas pela Comissão Organizadora Estadual.

Art. 39º Serão considerados delegados, com direito a voz e voto, todos aqueles eleitos nesta condição nos Encontros Regionais.

Art. 40º Serão considerados convidados, com direito exclusivamente a voz:
I - os membros de mesa diretora do CEAPcD;
II - conselheiros do CEAPcD, titulares e suplentes, com presença, no mínimo, em 80% do total de Reuniões Ordinárias e Extraordinárias do colegiado, verificada até 30 (trinta) dias antes da instalação do Seminário;
III – aqueles chamados a participar do Seminário pela maioria absoluta do CEAPcD em razão de relevantes serviços prestados ao movimento da pessoa com deficiência;
IV - membros da Comissão Organizadora Estadual e das Comissões Organizadoras Regionais.

Art. 41º Antes de se instalar o Seminário, os delegados deverão se credenciar e assinar o livro de presença, apresentando a cédula de identidade.

Art. 42º O credenciamento e a lista de presença dos delegados serão encerrados imediatamente após a instalação do Seminário e assim declarados em plenário.

Parágrafo único. No momento da declaração de encerramento que está disposto no “caput” deste artigo, a Comissão Organizadora Estadual distribuirá senhas aos delegados formadores da fila de espera para o credenciamento que permitirá a eles se credenciarem e lançarem assinaturas na lista de presença.

Sub Seção II
Dos trabalhos do Seminário

Art. 43º Para a instalação do Seminário será necessária a presença, em primeira convocação, de pelo menos metade dos delegados com direito a voto, sendo que, após 30 (trinta) minutos, poderá instalar-se em segunda convocação, com qualquer número de delegados com direito a voto.

Parágrafo único. Presentes as condições para instalação da plenária do Seminário, o coordenador da Comissão Organizadora Estadual convidará o presidente do CEAPcD para declarar no plenário, imediatamente, a instalação do Seminário, com o encerramento do credenciamento e do lançamento de assinaturas na lista de presença dos delegados.
Art. 44º A coordenadoria e a secretaria dos trabalhos do Seminário serão exercidas pelo Coordenador da Comissão Eleitoral, secretariado por outro membro da Comissão Eleitoral ou por funcionário designado pela Comissão.

Art. 45º Compete aos participantes:
I – proceder com urbanidade;
II – não empregar expressões injuriosas;
III – não se manifestar de maneira procrastinatória, nem praticar atos inúteis ou desnecessários aos fins do Seminário;
IV – não prejudicar, em nenhuma hipótese, o andamento dos trabalhos;
V – não provocar incidentes manifestamente infundados.

Parágrafo único. Quando ocorrerem as infrações, o coordenador do Seminário advertirá o participante e, em caso de reincidência, cassar-lhe-á a palavra.

Art. 46º Cabe ao Seminário:
I – homologar as eleições dos Grupos Coordenadores dos Núcleos Regionais;
II – discutir e escolher as problemáticas para serem incluídas no plano de ação do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência - CEAPcD;
III – eleger os conselheiros estaduais entre os delegados.

Art. 47º As deliberações serão tomadas por maioria de votos dos presentes, cabendo ao coordenador o voto de desempate.

Art. 48º Deverá ser lavrada ata do Seminário contendo:
I - número de participantes;
II - cidades representadas;
III – entidades, e
IV - o resultado final dos trabalhos do artigo anterior.
§ 1º A ata será aprovada pelos presentes no momento do encerramento do Seminário.
§ 2º Toda a documentação deverá ser entregue pela Comissão Organizadora Estadual ao CEAPcD após 5 (cinco) dias do encerramento do Seminário.

Art. 49º A coordenadoria dos trabalhos da plenária assegurará aos delegados o direito de manifestação, “pela ordem”, sempre que qualquer um dos dispositivos deste Regimento não estiver sendo observado.

Parágrafo único. As “questões de ordem” não serão permitidas durante o regime de votação.

Art. 50º As moções encaminhadas pelos delegados deverão, necessariamente, ser de âmbito estadual.
§ 1.º Cada moção deverá ser assinada, pelo menos, por 5 (cinco) delegados presentes ao Seminário, em impresso próprio fornecido pela Comissão Organizadora Estadual.
§ 2.º A leitura das moções para a plenária será feita pela coordenadoria dos trabalhos, antes do encerramento, colocando-as em votação imediatamente após sua leitura, e eventual aprovação por maioria absoluta dos delegados.

Sub Seção III
Da homologação da eleição dos Grupos Coordenadores dos Núcleos Regionais;

Art. 51º Logo após os atos protocolares da instalação do Seminário, o seu coordenador dará ciência do parecer da Comissão Organizadora Estadual sobre as eleições dos Grupos Coordenadores dos Núcleos Regionais e solicitará a plenária sua apreciação e eventual homologação quando constatada a regularidade. Caso contrário será encaminhado para o CEAPcD para solução da questão.

Sub Seção IV
Das discussões e da escolha das problemáticas

Art. 52º O coordenador da Comissão Organizadora Estadual oferecerá uma via grafada com todos os relatórios das Comissões Temáticas e rol das problemáticas de cada tema escolhidas pelos Encontros Regionais.

Art. 53º Sob o prisma do tema do Seminário, o coordenador do Seminário organizará os debates de forma a garantir a participação de todos e a sua resolução.

Art. 54º Na discussão serão abordadas somente as sugestões de problemática encaminhadas pelos Encontros Regionais e postas em regime de votação para a escolha de duas preferidas por tema.
§ 1º Serão consideradas preferidas, as duas de maior votação.
§ 2º Ocorrendo impasse de qualquer natureza nas discussões que implique no bom andamento dos trabalhos, o coordenador do Seminário poderá convocar as lideranças do dissídio para participar de uma sala de negociação apartada da plenária.
§ 3º Aberta a sala de negociação, ela terá duração, no máximo, de cinco minutos e suspenderá os trabalhos da plenária.

Sub Seção V
Das eleições dos conselheiros

Art. 55º Serão realizadas as eleições no Seminário para conselheiros representantes da sociedade civil, titulares e suplentes, para comporem o colegiado do CEAPcD, representando os seguintes segmentos:
I – Representantes “DE”: 10 (dez) titulares e 05 (cinco) suplentes, de entidades, movimentos ou conselho municipal de pessoa com deficiência, preferencialmente, 01 (um) titular de cada Núcleo Regional;
II – Representantes “PARA” - 10 (dez) titulares e 05 (cinco) suplentes, de conselhos municipais e entidades prestadoras de serviços às pessoas com deficiência, preferencialmente, 01 (um) titular de cada Núcleo Regional.
§ 1º Na eleição dos conselheiros estaduais será observada a representação da globalidade das deficiências, conforme disposto no artigo 7.º deste regimento.
§ 2º Se qualquer um dos 10 (dez) Núcleos Regionais não eleger um delegado “DE” ou “PARA”, os suplentes mais votados serão chamados para contemplar a vaga.

Art. 56º Só poderão votar os delegados credenciados, em cédula fornecida pela mesa e que contenha a rubrica de, pelo menos, 2 (dois) mesários escolhidos pela plenária do Seminário.
§ 1º As cédulas serão confeccionadas de acordo com modelo aprovado pela Comissão Organizadora Estadual.
§ 2º A votação será realizada em cédulas separadas, conforme os seguintes critérios:
I – cédula “DE”: para representantes de movimentos, entidades ou conselhos municipais de pessoas com deficiência;
II – cédula “PARA”: entidades prestadoras de serviços a pessoas com deficiência ou representantes de conselhos municipais.
§ 3º Os movimentos ou entidades que estiverem ligados a uma Federação Estadual somente poderão indicar um candidato como seu representante.
§ 4º Entende-se por federação a união de movimentos ou entidades, assim consideradas nos termos legais.

Art. 57º Cada delegado assinalará na cédula os nomes de 10 (dez) candidatos, um de cada Núcleo Regional, depositando-a na urna correspondente à categoria que representa e assinando a lista de votação com o número da cédula de identidade.

Art. 58º Os delegados serão chamados individualmente para os votos.

Art. 59º A apuração ocorrerá em seguida, com a leitura oral de cada cédula e os votos serão registrados em painel para acompanhamento dos presentes.

Art. 60º Os 10 (dez) candidatos mais votados de cada segmento (um por Núcleo Regional) serão eleitos como membros titulares do CEAPcD, e os 5 (cinco) subseqüentes como suplentes, para o biênio.
§ 1º Em caso de empate, terá preferência na ordem de classificação o candidato mais idoso; em persistindo o empate, a plenária decidirá, em votação aberta.
§ 2º A homologação dos eleitos será feita através de chamada nominal.

Sub Seção VI
Da publicidade

Art. 61º A ata do Seminário e o resultado da eleição dos conselheiros serão publicados pela
Comissão Organizadora Estadual no Diário Oficial do Estado de São Paulo.

CAPÍTULO IV
DA DISPOSIÇÂO FINAL

Art. 62º Após a publicação do artigo anterior, o CEAPcD oficiará a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, para designação e posse dos conselheiros titulares e respectivos suplentes, representantes da sociedade civil, eleitos no Seminário, bem como moções aprovadas.


COMISSÃO ORGANIZADORA ESTADUAL
Coordenador
Judith Camargo Curiel de Braga
Vice Coordenador
Marinalva da Silva Cruz
Secretária
Vera Lúcia Vasques
Colaboradores:
Silvia Helena Correa Barbosa
Leonardo da Hora Carvalho

Cronograma / Prazos Limites

Realização dos Encontros Regionais = 20/12/2012 até 07/04/2013 (responsabilidade dos Núcleos)

Envio da documentação ao CEAPcD = até 23/04/2013 (responsabilidade dos Núcleos)

Comunicados de Indeferimento = até 07/05/2013 (responsabilidade da Comissão Estadual)

Pedido de Reconsideração = até 14/05/2013 (responsabilidade dos Núcleos)

Parecer Conclusivo = 21/05/2013 (responsabilidade da Comissão Eleitoral)

Prazo limite para publicação de Lista de Delegados = 03/06/2013 (responsabilidade da Comissão Eleitoral/CEAPcD/SEDPD)
Realização do Seminário Estadual = 03/07/2013




ANEXO I
Ficha de Inscrição do Candidato a Delegado para o XVI Seminário Estadual da Pessoa com Deficiência – Eleição CEAPcD biênio 2013-2015.

Data:   __ __/__ __/20___

A: Dados do Movimento/Entidade:

Nome do Movimento/Entidade: ____________________________________________
______________________________________________________________________
Endereço: _____________________________________________________________
N.º: _______ Bairro: ____________________ Cidade: _________________________
Cep: ______________  Fone:  _____________________Fax: ____________________
E-mail: ___________________________________________
CNPJ: ___________________________Inscrição No. ________________________
Deficiência que representa: ______________________________________________

B: Dados do Candidato a Delegado Indicado:

Nome: ________________________________________________________________
Endereço: _____________________________________________________________
N.º: _______ Bairro: ____________________ Cidade: _________________________
Cep: ______________ Fone:  _____________________Celular: _________________
E-mail: ___________________________________________
RG.: _________________ CPF: __________________ _Data nasc: ____/____/_____
Vinculo atual com a Entidade (cargo ou função): ______________________________

Deficiência: ( ) Sim ( ) Não
Qual? _________________________________________________________________
Necessita de acompanhante: ( ) Sim ( ) Não
Nome Acompanhante:____________________________________________________
Telefone:__________________E-mail:_______________________________________


Necessita de material em formato especial ou interprete:
( ) Sim ( ) Não Qual: _____________________________________________________


____________________________________________
Assinatura do Presidente ou Coordenador do Movimento/Entidade
Nome:_______________________________________

____________________________________________
Assinatura do Candidato



A SER PREENCHIDO PELO NÚCLEO REGIONAL_______________________

( ) Deferido ( ) Indeferido

Se indeferido identificar o motivo: __________________________________________
______________________________________________________________________



_________________________________________________
Assinatura e Identificação da Comissão Coordenadora



A comissão Coordenadora e o Candidato a delegado são responsáveis pelas informações contidas nesta ficha.







ANEXO II
 (DIGITAR EM PAPEL TIMBRADO DA ENTIDADE)

Ofício de Apresentação do Delegado para o XVI Seminário Estadual da Pessoa com Deficiência – Eleição CEAPcD biênio 2013-2015.


..............................., ......... de ....................... de 20___.

Ofício nº ........../20___
À Comissão Organizadora Estadual

Apresento o(a) Sr. (a) ______________________________________________________________________
para ser o representante de (Nome do Movimento/Entidade): ______________________________________________________________________
Deficiência que representa: ________________________________________________
Segmento: (   )"DE"      (  )"PARA", no XVI Seminário Estadual da Pessoa com Deficiência – Eleição do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência - CEAPcD biênio 2013-2015.



____________________________________________
Assinatura do Presidente ou Coordenador do Movimento/Entidade
Nome:_______________________________________




Ilustríssimo Senhor (a)
Coordenador da Comissão Organizadora do
XVI Seminário Estadual da Pessoa com Deficiência
 – Eleição CEAPcD biênio 2013-2015.

ANEXO III
(DIGITAR EM PAPEL TIMBRADO DA INSTITUIÇÃO OU ÓRGÃO PÚBLICO)

Ficha de Inscrição do representante da instituição candidata a compor o grupo coordenador do Núcleo Regional ___________

Data: ____/____/20___

A: Dados da Instituição/Órgão Público
Nome da Instituição: _______________________________________________________
Endereço: ________________________________________________________________
N.º: _________ Bairro: ______________________ Cidade: ________________________
Cep: ______________  Fone:  ______________________Fax: ______________________
E-mail: ___________________________________________
CNPJ: ___________________________Inscrição No. ________________________
Deficiência que representa: ______________________________________________

B: Dados do Candidato a compor o Grupo Coordenador do Núcleo Regional:
Nome: ____________________________________________________________________
Endereço: _________________________________________________________________
N.º: _________ Bairro: _____________________ Cidade: __________________________
Cep: _______________ Fone:  _______________________Celular: __________________
E-mail: ___________________________________________
RG.: _________________ CPF: __________________ _Data nasc: ____/____/_____
Vinculo atual com a Entidade (cargo ou função): __________________________________
Deficiência: ( ) Sim ( ) Não  Qual? ______________________________________________
Necessita de acompanhante: ( ) Sim ( ) Não
Nome Acompanhante:________________________________________________________
Telefone:____________________E-mail:________________________________________
Necessita de material em formato especial ou interprete:
( ) Sim ( ) Não Qual: _________________________________________________________



_____________________________
Nome e Assinatura do Responsável


ANEXO IV
05 (CINCO) PROPOSTAS MAIS VOTADAS POR EIXO NA III CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA – 2012
PROPOSTAS DE ÂMBITO ESTADUAL
A) Educação, Esporte, Trabalho e Reabilitação Profissional:
Nº ordem
Proposta
1
Implantar nos Sistemas de Ensino o apoio necessário ao aluno público alvo da Educação Especial, para atender suas especificidades, por meio da disponibilização de profissionais de apoio como atendente/cuidador, tradutor intérprete de LIBRAS, guia intérprete, instrutor mediador, equipe multidisciplinar, professor auxiliar, entre outros. Deverá também garantir a acessibilidade arquitetônica nas escolas, a oferta do atendimento educacional especializado em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino no contra turno, e disponibilização de recursos de tecnologia assistiva, além da formação continuada de todos os profissionais da educação, com temas específicos da Educação Especial.
Assegurar a parceria dos departamentos de educação e saúde para agilizar o processo de diagnóstico e acompanhamento.
A fim de garantir a implementação dos itens acima, os sistemas de ensino devem firmar parcerias com as três esferas de governo, entidades, instituições e afins.
2
Garantir a fiscalização contínua das empresas que contratam pessoas com deficiência e não oferecem acessibilidade e condições de trabalho dignas, que proporcionem desenvolvimento pessoal e social. Objetivar a conscientização da empresa sobre a questão da diversidade, como: acessibilidade universal e inclusão efetiva em relação a todas as barreiras existentes, para que as empresas não selecionem o tipo de deficiência.
3
Para os concursos públicos, que sejam aplicados o Art. 37 da Constituição Federal e a lei 7853/89, com o critério de adaptar as provas para cada deficiência, dando condições para a pessoa com deficiência intelectual se inscrever no processo sem exigência da escolaridade e, sim, com base em prova prática de aptidão.
4
Garantir educação bilíngue para surdos e surdocegos, em escolas regulares, com instrutores surdos, guias-intérpretes, instrutor mediador e ensino de Libras a toda comunidade escolar.
5
Garantir a fiscalização em relação à acessibilidade, aos equipamentos de esporte e lazer, com as devidas reformas e adaptações necessárias, concomitante a um programa de capacitação dos profissionais para o desenvolvimento dos trabalhos com as pessoas com deficiência, que favoreça a participação nos programas esportivos.


B) Acessibilidade, Comunicação, Transporte e Moradia:
Nº ordem
Proposta
1
Revisar as normas de acessibilidade para transportes públicos intermunicipais e interestaduais, fiscalizando o cumprimento das leis de acessibilidade para todos os tipos de transportes e criando dispositivos legais para cobranças de multa, sendo a arrecadação revertida para programas de educação e conscientização voltados para inclusão da pessoa com deficiência. Criação de cartão de acesso livre (unificado) à pessoa com deficiência e ao acompanhante quando necessitar de transporte público e que as passagens possam ser agendadas por internet e telefone.
2
Promover a criação nos municípios de serviços de transportes, nos moldes do “Atende” do município de São Paulo, em parceria com o Estado, de circulação nos bairros mediante agendamento e cadastro prévio, por meio de subsídios para aquisição de equipamentos de locomoção, tais como elevador, plataforma e equipamentos de adaptação.
3
Criar projetos de assistência técnica, execução de obras e concessão de material de construção, possibilitando a reforma dos imóveis do programa “Minha Casa, Minha Vida”, propiciando a acessibilidade sem ônus para o beneficiário. Os recursos orçamentários para sua execução deverão ser transferidos pelo Governo Federal aos municípios via Fundo de Habitação de Interesse Social, recursos estes oriundos do Orçamento Geral da União (Fundo Perdido). Políticas Públicas para habitação: financiamento acessível ou linha de crédito para reforma de moradias para pessoas com deficiência.
4
Que os Estados Partes criem leis de obrigatoriedade de censo, com mapeamento territorial de pessoas com deficiência (intelectual, física, sensorial e múltipla), e que conste no plano orçamentário do mesmo a dotação de verbas específicas, em parceria com a sociedade civil, assim como criação de conselhos de caráter deliberativo da pessoa com deficiência e fundos municipais.
5
Promover a fiscalização em relação às vagas de estacionamento direcionadas à pessoa com deficiência, além de aumentar a porcentagem, que se tornou insuficiente; aperfeiçoar o projeto de trânsito “travessia segura” com novos cálculos para abertura e fechamento de semáforos com sinalização sonora.

C) Saúde, Prevenção, Reabilitação, Órteses e Próteses:
Nº ordem
Proposta
1
Ampliar os serviços já existentes, descentralizando a rede SUS, de modo que garanta o acesso de acordo com as necessidades populacionais (pois atualmente as cotas são insuficientes), respeitando as distâncias geográficas para o fornecimento de órteses, próteses e materiais auxiliares, com o devido atendimento profissional, a saber: assistente social, fisioterapeuta, enfermeiro, dentista, fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional, nutricionista, educador físico e médicos: geneticista, psiquiatra infantil, neuropediatra e fisiatra. Que esses serviços disponham de profissional capacitado (inclusive em LIBRAS) para o diagnóstico, reabilitação e adaptação, pelo tempo necessário, inclusive com acompanhamento psicológico aos pais/cuidadores, que priorizem a (re) inserção social dos usuários com diferentes deficiências.
2
Implantar um Centro de Diagnóstico Especializado em Doenças Raras e Genéticas, por região, garantindo que a coleta e transporte do material sejam feitas no município do usuário, sempre que possível, e quando não possível que seja oferecido pelo Governo Municipal o transporte adequado à patologia.
3
Desenvolver Políticas Públicas de atenção à saúde da pessoa com deficiência intelectual, múltipla e síndromes, no âmbito do SUS, com ênfase no diagnóstico e tratamento.
4
Garantir e efetivar o acesso, em tempo hábil, a medicamentos especiais, suplementos alimentares, espessantes, órteses e próteses, meios auxiliares de locomoção e outros dispositivos de tecnologia assistiva, alocando recursos financeiros específicos (nas três esferas governamentais), oferecendo a dispensação, o treino e adaptação para o uso eficiente dos dispositivos, além da manutenção e substituição, quando necessário, de acordo com as necessidades específicas da pessoa com deficiência, visando seu uso no domicílio, na comunidade, na escola e no trabalho.
5
Promover capacitação e educação permanente de profissionais que trabalham com pacientes com ostomia, bem como adaptações necessárias dos banheiros públicos e coletivos para os mesmos.

D) Segurança, Acesso à Justiça, Padrão de Vida e Proteção Social Adequados:
Nº ordem
Proposta
1
Promover a especialização, através de cursos, dos profissionais de todos os órgãos da administração pública e privada, para o atendimento da pessoa com deficiência.
2
Garantir o atendimento em serviços de acolhimento institucional (residência inclusiva e/ou casa lar) para as pessoas com deficiência que se encontram em extrema vulnerabilidade social, quando forem esgotadas todas as ações de fortalecimento da família e garantia da convivência familiar e comunitária, incorporando a atenção à saúde mental, com a finalidade de promover a autonomia e a qualidade de vida.
3
Incluir no currículo escolar municipal, estadual, (federal) e particular aulas de Libras, com a finalidade de incluir e capacitar crianças e adolescentes na sociedade, em igualdade de condição.
4
Tornar obrigatório a implantação de semáforos sonoros para pessoas com deficiência visual em todos os municípios.
5
Fiscalizar constantemente a adequação da reserva de percentual para pessoas ou famílias que possuam pessoa com deficiência, nos programas habitacionais, em face da demanda, bem como a adequação dos critérios de elegibilidade.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

1º REUNIÃO DE 2013.


Prezados,
 
Pela presente, convidamos a todos para Reunião do Núcleo 1 Capital - CEAPcD.
 
Data - 31/01/2013 (quinta-feira)
Horário - 10h
Local - APAE/SP - Rua Loefgreem, 2109 - Vila Clementino - São Paulo.
 
Pauta -
 
1 - Balanço das atividades do Núcleo, ano 2012;
2 - Organização do Seminário Regional (Eleições Gestão CEAPcD e Núcleos).
 
 
Contamos com a participação de todos.


Por gentileza, confirmar presença!

 
Cordialmente,
 
 
CLARICE KAMMER PERL
Presidente do Núcleo 1 Capital - CEAPcD

sexta-feira, 6 de julho de 2012

RELATÓRIO CONFERÊNCIA REGIONAL DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA - NÚCLEO 1 CAPITAL - CEAPCD


RELATÓRIO DA CONFERENCIA REGIONAL – NÚCLO 1 CAPITAL


IDENTIFICAÇÃO

1 – Indicar a quantidade de eventos realizados antes da Conferência Regional.

Houve apenas uma (1) Conferencia Municipal, organizada pelo Conselho Municipal da Pessoa Deficiente de São Paulo – CMPD, realizada dia 28 de Abril do corrente ano.


2 – Informar o local de realização da Conferência Regional:

Município – São Paulo
Data – 22 de Maio de 2012
Local – APAE/SP = Rua Loefgreen, 2109 –Vila Clementina – São Paulo. Sede provisória do Núcleo 1.


3 – Informar a quantidade estimada de pessoas participantes: Segundo lista de presença, foram 39 participantes.

4 – Informar a quantidade estimada de organizações participantes: Foram mais ou menos 20 organizações participantes.

5 – Informar a quantidade de Conselhos Municipais participantes: Apenas 01 conselho municipal participou.

6 – Informar a quantidade de delegados dos Conselhos Municipais participantes: Participaram 09 delegados.

7 – Informar os dados do responsável pelo preenchimento deste relatório:

A – Nome completo: Clarice Kammer Patrício
B – Função designada do evento: Relatora
C – E-mail: clarakammer@gmail.com
D – Telefones: (11) 7047-5487


Histórico do evento

1 - Breve resumo do debate e contextualização:

Ata – Conferência Regional dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Núcleo Regional 1 Capital do CEAPcD/Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência de São Paulo.
                          Aos vinte e dois dias do mês de maio, na sede provisória do Núcleo Regional 1 Capital do CEAPcD – Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência de São Paulo, cito Rua Loefgreen, 2109, Vila Clementino – cidade de São Paulo, realizou-se das 10h às 19h, a Conferência Regional dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Núcleo Regional 1 Capital do CEAPcD/Conselho Estadual para Assuntos das Pessoas com Deficiência de São Paulo, tendo como tema central: “Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: Novas perspectivas e desafios” . O Conselheiro do CEAPcD e Membro no Núcleo, Sr. Carlos Perl, foi quem conduziu a abertura da Conferência. Primeiramente foram feitos alguns esclarecimentos de ordem organizacional da Conferencia: informando aos participantes que todos os textos seriam projetados no “telão” com Data Show, como Programação da Conferencia, Regimento e Propostas. Justificando que o Núcleo 1, não disponibiliza de recursos e que não somos subsidiados por nenhuma secretaria municipal e nem estadual. Em seguida foram convidados para a mesa de abertura, a Presidente do Núcleo 1 – Sra. Clarice Kammer Perl, Vice-presidente – Sr. José Carlos Orosco, a representante da APAE/SP Sra. Érika Tonelli e a Vice-presidente do CEAPcD Sra. Yara Savine. Todos os presentes da mesa, deram boas vindas aos presentes, comentaram a importância do encontro em tela e desejaram uma boa Conferencia. Prosseguindo os trabalhos, foi feita a leitura do Regimento Interno da Conferencia. Um participante, Sra. Claúdia Sofia se manifestou, reclamando da falta de acessibilidade, pois faltou guia-interprete para contribuir com a comunicação das pessoas Surdocegas presentes. Segundo Sr. José Carlos Orosco – Vice Presidente do Núcleo Regional 1: “nós devemos repassar esta reclamação, e notificar as Secretarias Municipal e Estadual”. Após a leitura do Regimento Interno da Conferencia Regional Núcleo 1, a plenária solicitou  a supressão do Art. 8 do regimento em tela, sendo em seguida aprovado pelo pleno. Houve o questionamento, da pouca divulgação da Conferencia Regional. Sendo esclarecido, que a divulgação foi realizada por redes virtuais, e-mails para um grande número de organizações voltadas as pessoas com deficiência, inclusive a organização ABRASC da qual a integrante pertence e que disse não ter sido informada. Em continuidade aos trabalhos, Sr. José Carlos Orosco, ministrou uma palestra com apresentação de dados estatísticos, sobre as pessoas com deficiência na cidade de São Paulo. Ao termino da palestra, faltando pouco tempo para o início do horário do almoço, os participantes iniciaram as leituras do texto base – Propostas da Conferencia Municipal dos Direitos das Pessoas com Deficiência de São Paulo, Eixo I. Houve um período de 1h30, para o almoço. Voltamos aos trabalhos no período vespertino, às 14h. Por solicitação do pleno, houve uma inversão na programação, passando-se a eleição dos delegados titulares e suplentes, que irão representar o Núcleo Regional 1 Capital na III Conferencia Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência de São Paulo, a votação foi conduzida pelo conselheiro estadual, Sr. Carlos Perl, onde foi homologado os candidatos a delegados do Conselho Municipal da Pessoa Deficiente – CMPD, sendo os que estavam presentes nesta Conferencia. Sendo titulares da sociedade civil, Sandra dos Santos Reis; Odete Jacinto Cavalcante; Marly dos Santos, Suplente da sociedade civil, Gersonita Pereira de Souza. Titulares do poder público, Marciel Alves da Silva; Sandra Maria de Freitas Villela Vieira e Mônica Leone Garcia Federico, e suplentes do poder público, Raul Antonio de Camargo; Maria Madalena Rodrigues Wu. Na seqüência houve a eleição do candidatos a delegados, que representariam o Núcleo regional 1 Capital, sendo eleita, representante da sociedade civil, Sra. Clarice Kammer Perl – com 18 votos e tendo como suplente Claúdia Sofia Pereira, como representantes do poder público, por unanimidade foram eleitos, Sr. José Carlos Orosco e Sra. Marta de Almeida Machado. Após a eleição e homologação dos delegados para etapa da Conferencia estadual, as discussões das propostas tiveram continuidade, concluindo-se as discussões, foram aprovadas no máximo, 08 (oito) propostas de cada eixo. Ver anexo, propostas aprovadas. Na Conferencia em tela, houve apenas uma Moção de repúdio, que segue em Anexo. Os trabalhos tiveram enceramento, às 19h desta mesma data, eu Clarice Kammer Perl – Presidente do Núcleo Regional 1, lavrei esta ata.   


2 – Propostas de políticas públicas ou seu aprimoramento, conforme os temas definidos para III Conferência Estadual dos Direitos das Pessoas com Deficiência, por eixo temático:


Relatório Final das Propostas Aprovadas na Conferência Regional dos Direitos das Pessoas com Deficiência – Núcleo Regional 1 Capital/CEAPcD.


EIXO A

Temática: educação, esporte, trabalho e reabilitação profissional;

1. Garantir que em toda elaboração de portarias, decretos de lei e normas legais, com o tema relacionado à pessoa com deficiência, assim como nos garante a Convenção Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, tenha a participação de pelo menos um representante de Conselho de Direitos das Pessoas com Deficiência, para que seja reconhecida sua validade pelas Secretarias afins. 


2. Implantar e implementar, centros de apoio e acompanhamento à inclusão, compostos por profissionais especializados nas áreas das deficiência, que ofereçam serviços e recursos que favoreçam a permanência com qualidade dos alunos nas unidades educacionais.


3. Garantir um professor auxiliar nas salas que tiverem alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação.


4 . Garantir a identificação, encaminhamento e acompanhamento dos alunos nos Programa de Saúde existentes com articulação para a efetivação do atendimento nas redes de saúde e assistência social.


5. Garantir Educação Bilíngüe para Surdos e surdocegos em escolas regulares e/ou escolas para surdos, com instrutores surdos, guias-interpretes, instrutor mediador  e ensino de LIBRAS a toda comunidade escolar. 


6. Oferecer apoio no cuidar aos educandos matriculados nas unidades educacionais da rede l de ensino que apresentem necessidades especiais decorrentes de quadros de deficiências e transtorno global do desenvolvimento, que necessitem de apoio intensivo para participação nas atividades escolares com assistência necessária nos atos de vida cotidiana (mobilidade, auxílio na questão da higiene, alimentação, medicamento, recreio, atividades dentro e fora das salas) e outras que se fizerem necessárias para participação ativa do aluno na rotina escolar e aquelas extra-curriculares realizadas pela escola através da prestação de serviços de apoio, por profissionais ligados à área da educação/saúde, com formação continuada para este fim.


7. Garantir a fiscalização em relação a acessibilidade, aos equipamentos de esporte e lazer, com as devidas reformas e adaptações necessárias, concomitante a um programa de capacitação dos profissionais para o desenvolvimento dos trabalhos com as pessoas com deficiência, que favoreça a participação dos programas esportivos.

8. Garantir a fiscalização contínua das empresas que contratam pessoas com deficiência e não oferecem acessibilidade e condições de trabalho, dignas que proporcionem desenvolvimento pessoal e social.


EIXO B

Temática: Acessibilidade, comunicação, transporte e moradia;

1. Criação de um banco de dados referente às crianças com deficiência, em situação ou não de abrigamento.


2. Realizar campanha informativa nos meios de comunicação sobre pessoa com deficiência, com ênfase na deficiência intelectual e na prevenção em geral.

3. Criar no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde – SMS, um serviço que mantenha veículos em cada supervisão de saúde para fazer o transporte das pessoas com deficiência e ou com patologias graves, que façam tratamento continuo e não têm condição de usar transporte público, com cadastro e acompanhamento de cada supervisão.

4. Divulgar a existência do formulário para medicação de alto custo na internet, na secretaria de saúde e nas Unidades Básicas de Saúde - UBS, facilitando o acesso aos medicamentos, inclusive os de alto custo. 

                                                                                                        
5. A Secretaria Estadual de Educação deverá assumir a responsabilidade pelo transporte de seus alunos com deficiência, tanto das escolas próprias, quanto das entidades conveniadas ou credenciadas, deixando para o Município o transporte de seus alunos, buscando desta forma atender o maior número de pessoas possível, proporcionando o acesso irrestrito à educação.

6. Criação da gratuidade no transporte público, nos veículos do Sistema de Transporte Coletivo Intermunicipal - EMTU, para acompanhante de alunos com deficiência matriculados e com freqüência regular em unidades de ensino legalmente reconhecidas, conveniadas ou não com qualquer esfera de governo, localizadas em município diferente daquele onde reside, no trajeto escola-casa e respectivo retorno sem a presença do titular do benefício, em horários previamente estabelecidos, de acordo com o respectivo período de freqüência escolar, a exemplo da Lei Municipal (SP) nº. 14.900, de 6 de fevereiro de 2009 e o Decreto Municipal (SP) nº. 50.565, de 09 de abril de 2009.


7. Criar no âmbito das três esferas de governo, “Moradia Assistida”, com apoio técnico e tecnológico, para pessoas com deficiência. Com ênfase para pessoas com deficiência intelectual. 


8. Que todo imóvel de origem pública, destinados a moradia das pessoas com deficiência e seus familiares, sejam fiscalizados, para que cumpram sua destinação social. 




EIXO C

Temática: C) saúde, prevenção, reabilitação, órteses e próteses e;


1. Implantar e implementar políticas de integração intersecretariais de atenção a pessoa com deficiência. que favoreça e contribua para a aproximação, articulação e intervenção conjunta dos diversos setores, incluindo impreterivelmente pessoas com deficiência na formulação destas políticas.

2. Que o cadastro do cartão nacional de saúde contenha a informação relativa à presença e tipo de deficiência, contendo informações relevantes a cada patologia e no caso das doenças raras o nome da doença por extenso.

3. Implementar a especialidade de genética no Sistema Único de Saúde - SUS, bem como os exames simples e complexos para diagnósticos, conforme reza a convenção de Helsinque e do Genoma Humano, garantindo os direitos genéticos, incluindo aconselhamento genético e familiar nos hospitais universitários.

4. Ampliação e efetivação de Centro de Atendimento Psico Social - CAPS III, inclusive o atendimento de pessoas em situação de vulnerabilidade.

5. Exigir do poder público a manutenção de profissionais, para atender e facilitar a comunicação no atendimento à pessoa com deficiência, com ênfase nas Unidades de Saúde, com o imediato cumprimento da Lei Federal.

6. Que o Ministério da Saúde institua Políticas regionalizadas de habilitação e reabilitação,  que contemple serviços e posterior manutenção (tratamento contínuo), com financiamento específico, de forma a permitir que a pessoa com deficiência tenha acesso aos serviços mais próximo do domicílio.

7. Garantir a listagem do sistema único de saúde, a inclusão de orteses, próteses e aparelhos, sem restrições. 

8. Implementar ações intersecretariais de atenção à pessoa com deficiência intelectual que favoreçam o protagonismo e exercício pleno da cidadania.


EIXO D

Temática: Segurança, Acesso a Justiça, Padrão de Vida e Proteção Social.

1. Implantar as residências inclusivas conforme especificado na resolução nº 109 de 11/11/2009, do Conselho Nacional de Assistência Social.


2. Oferecer curso especializado no atendimento de pessoas com deficiência, a todos os profissionais dos órgãos da administração pública.

3. Ampliar o atendimento as crianças, jovens e idosos nos núcleos de apoio para a inclusão social para pessoa com deficiência.

4. Garantir o atendimento em serviços de acolhimento institucional para os casos que encontram em extrema vulnerabilidade social, quando forem esgotadas todas as ações de fortalecimento da família, visando à garantia da convivência familiar e comunitária, incorporando, a atenção a saúde mental com a finalidade de promover a autonomia e a qualidade de vida da pessoa com deficiência.

5. Garantir as atualizações do CID reconhecendo o direito para aquisição e renovação do Bilhete único Especial e outros benefícios a ele referidos.

6. Promover ações que garantam a qualificação profissional das pessoas com deficiência.

7. Exigir do poder judiciário a manutenção de profissionais, para atender e facilitar a comunicação no atendimento à pessoa com deficiência, com ênfase nos fóruns e delegacias, com o imediato cumprimento da Lei Federal.


8. Criação de benefícios para a família que tenha 1 ou mais membros com a suspeita de deficiência intelectual, ou sem diagnóstico clínico e/ou laboratorial fechado, garantindo assim o atendimento ao desenvolvimento na 1ª. Infância de 0 a 6 anos de idade.





3 – Quatro tópicos priorizados, em ordem decrescente, por eixo temático.    

EIXO A –

1 - Oferecer apoio no cuidar aos educandos matriculados nas unidades educacionais da rede de ensino que apresentem necessidades especiais decorrentes de quadros de deficiências e transtorno global do desenvolvimento, que necessitem de apoio intensivo para participação nas atividades escolares com assistência necessária nos atos de vida cotidiana (mobilidade, auxílio na questão da higiene, alimentação, medicamento, recreio, atividades dentro e fora das salas) e outras que se fizerem necessárias para participação ativa do aluno na rotina escolar e aquelas extra-curriculares realizadas pela escola através da prestação de serviços de apoio, por profissionais ligados à área da educação/saúde, com formação continuada para este fim.

2. Garantir um professor auxiliar nas salas que tiverem alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/ superdotação.


3 . Garantir a identificação, encaminhamento e acompanhamento dos alunos nos Programa de Saúde existentes com articulação para a efetivação do atendimento nas redes de saúde e assistência social.


4 - Garantir a fiscalização em relação a acessibilidade, aos equipamentos de esporte e lazer, com as devidas reformas e adaptações necessárias, concomitante a um programa de capacitação dos profissionais para o desenvolvimento dos trabalhos com as pessoas com deficiência, que favoreça a participação dos programas esportivos.


EIXO B –

1 - Criar no âmbito das três esferas de governo, “Moradia Assistida”, com apoio técnico e tecnológico, para pessoas com deficiência. Com ênfase para pessoas com deficiência intelectual.               

2 - Que todo imóvel de origem pública, destinados a moradia das pessoas com deficiência e seus familiares, sejam fiscalizados, para que cumpram sua destinação social. 

3 - Criar no âmbito da Secretaria Municipal de Saúde – SMS, um serviço que mantenha veículos em cada supervisão de saúde para fazer o transporte das pessoas com deficiência e ou com patologias graves, que façam tratamento continuo e não têm condição de usar transporte público, com cadastro e acompanhamento de cada supervisão.
                     
4 - Divulgar a existência do formulário para medicação de alto custo na internet, na secretaria de saúde e nas Unidades Básicas de Saúde - UBS, facilitando o acesso aos medicamentos, inclusive os de alto custo.


EIXO C –

1 – Que o Ministério da Saúde institua Políticas regionalizadas de habilitação e reabilitação, que contemple serviços e posterior manutenção (tratamento contínuo), com financiamento específico, de forma a permitir que a pessoa com deficiência tenha acesso aos serviços mais próximo do domicílio.
  
2 - Implementar a especialidade de genética no Sistema Único de Saúde - SUS, bem como os exames simples e complexos para diagnósticos, conforme reza a convenção de Helsinque e do Genoma Humano, garantindo os direitos genéticos, incluindo aconselhamento genético e familiar nos hospitais universitários.

3 - Exigir do poder público a manutenção de profissionais, para atender e facilitar a comunicação no atendimento à pessoa com deficiência, com ênfase nas Unidades de Saúde, com o imediato cumprimento da Lei Federal.

4 - Exigir do poder público a manutenção de profissionais, para atender e facilitar a comunicação no atendimento à pessoa com deficiência, com ênfase nas Unidades de Saúde, com o imediato cumprimento da Lei Federal.


EIXO D –

1 - Implantar as residências inclusivas conforme especificado na resolução nº 109 de 11/11/2009, do Conselho Nacional de Assistência Social.

2 - Exigir do poder judiciário a manutenção de profissionais, para atender e facilitar a comunicação no atendimento à pessoa com deficiência, com ênfase nos fóruns e delegacias, com o imediato cumprimento da Lei Federal.

3 - Criação de benefícios para a família que tenha 1 ou mais membros com a suspeita de deficiência intelectual, ou sem diagnóstico clínico e/ou laboratorial fechado, garantindo assim o atendimento ao desenvolvimento na 1ª. Infância de 0 a 6 anos de idade.

4 - Oferecer curso especializado no atendimento de pessoas com deficiência, a todos os profissionais dos órgãos da administração pública.


DELEGADOS ELEITOS E HOMOLOGADOS NA CONFERENCIA REGIONAL / NÚLEO 1 CAPITAL:

Titulares da sociedade civil – Conselheiros Municipal:
- Sandra dos Santos Reis;
- Odete Jacinto Cavalcante;
- Marly dos Santos,

Suplente da sociedade civil – Conselheiros Municipal:
- Gersonita Pereira de Souza.

Titulares do poder público – Indicados pelo Município:
- Marciel Alves da Silva;
- Sandra Maria de Freitas Villela Vieira;
- Mônica Leone Garcia Federico,

Suplentes do poder público – Indicados pelo Município:
- Raul Antonio de Camargo;
- Maria Madalena Rodrigues Wu.

Titulares da sociedade civil – Núcleo Regional 1 Capital:
- Clarice Kammer Perl.

Suplente da sociedade civil – Núcleo Regional 1 Capital:
- Claúdia Sofia Pereira.

Titulares do poder público – Núcleo Regional 1 Capital:
- José Carlos Orosco;
- Marta de Almeida Machado.

sexta-feira, 11 de maio de 2012


CONFERÊNCIA REGIONAL DO NÚCLEO 1- DO CONSELHO ESTADUAL DOS ASSUNTOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DE SÃO PAULO – CEAPcD, PREPARATÓRIA PARA A III CONFERÊNCIA ESTADUAL DOS DIREITOS DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA DE SÃO PAULO


Realizar-se-á no dia de 22 de Maio de 2012.

No Auditório da APAE – SÃO PAULO. Rua Loefgreen, número 2109, bairro Vila Clementino.

Tendo como tema central: “Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: Novas perspectivas e desafios”.

Horário: Das 9h às 16h.